Se você tem mais de 40 anos, posso apostar que já ouviu algo parecido com “bom profissional é aquele que sabe separar a vida pessoal da vida no trabalho”. Ao contrário, se você é um pouco mais jovem, deve viver a fusão entre o profissional e o pessoal de forma muito intensa. Estou correta?

Mas será que esse papo tem mesmo a ver com idade?

Constantemente me pego refletindo sobre as conexões humanas no mundo do trabalho. Arrisco dizer que esse é um universo tão rico e diverso que, cada vez menos, a faixa etária das pessoas tem definido padrões de comportamento. É comum me surpreender com jovens de mente velha e vice-versa. Tá tudo bem, isso acontece porque as pessoas entendem e se relacionam com o mundo conforme o próprio repertório.

Alguém que busca constantemente novos conhecimentos, que tem curiosidade pelo que não conhece, tende a ter mais experiências do que as pessoas que se contentam com o que já sabem e conhecem. É experimentando o novo que vamos criando nosso repertório.

Ampliar o próprio repertório é se abrir para possibilidades infinitas.

Sendo assim, nos ambientes profissionais mais modernos, as mudanças de ideia passam a ser algo muito mais suave, mais tranquilo e até esperado. Trago essa reflexão porque, se no passado “deixávamos nossos problemas na porta da empresa”, hoje finalmente entendemos que essa separação não é possível.

Não deixar transparecer nossos problemas não significa que não os temos. Afinal, quem nunca passou o dia de trabalho com a cabeça cheia de preocupações domésticas estando no trabalho apenas de “corpo presente”?

É preciso muito mais do que a presença física para estar presente.

Contudo, ao ver as vulnerabilidades humanas tendo uma maior aceitação profissional, vejo também a necessidade de estímulo ao surgimento de ambientes mais colaborativos do que competitivos. Neste novo ambiente, surge espaço para um personagem que gosto muito de abordar em meus cursos e treinamentos, o CLIENTE PARCEIRO.

Não, não estou falando das necessárias e valiosas conexões com o cliente final. De acordo com minha abordagem, cliente parceiro é aquele que está trabalhando com você na mesma empresa, no mesmo projeto, ao seu lado. Pode ser a pessoa que diretamente se beneficia daquilo que você entrega internamente, ou aquela que apenas integra a mesma engrenagem.

Enxergar as pessoas que trabalham com você como suas clientes, é entender que todos precisam ser atendidos em suas necessidades. Dessa forma, estabelecer uma relação de parceria com cada uma delas, é topar o jogo do ganha-ganha, no qual um ajuda o outro a fazer o seu melhor e todos saem ganhando.

Fácil? Talvez não! Possível? Com toda certeza!

Assim como você entende que seu trabalho impacta de alguma forma na sociedade, também já percebeu que todo seu aprendizado reflete no tipo de vida que você leva. Agora, é preciso entender que se importar com quem trabalha com você alavancará a sua carreira. Não por interesse, muito menos com falsidade, mas é que ainda é tão raro as pessoas se importarem verdadeiramente em atender as necessidades de um parceiro de trabalho, que o resultado desse comportamento acaba mesmo chamando atenção.

Não tenha medo de que descubram que você é uma pessoa que tem uma profissão e não apenas um profissional. Quem sabe, a partir da sua atitude, outras pessoas “surgirão” por detrás dos profissionais com os quais você convive?

Agora que você já sabe que eu entendo que a fusão entre o profissional e o pessoal sempre existiu, deixo o convite para você me acompanhar nas redes sociais.  Conheça meu site https://tatianalivramento.com.br/ e interaja comigo, me permitindo assim fazer parte do seu dia a dia.

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Ficarei honrada em ter você por perto!